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1 de jan de 2013

FOTOPOEMAS E POEMAS DE GERALDO OLIVEIRA




Geraldo Oliveira de Souza, mineiro de Carmo do Paranaíba, radicado em Macapá há mais de 22 anos, onde é comerciante, casado, nasceu em 6 de maio de 1964 e já publicou dois livros: Manduca e Maneco (2001) e As Proezas de Baduri (2003) em estilo de cordel. Geraldo é integrante da Associação Amapaense de Escritores - APES.





Capa dos dois livros publicados pelo autor

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Na história da humanidade
Não há relato que diz
De um povo tão displicente
Igual ao deste país!
É leniente ao mal feito,
Faz vista grossa à trapaça,
Tolera a patifaria
E arma a própria desgraça!
É “mala” com mala cheia
De dinheiro da nação,
É muita grana em cueca,
É um tal de mensalão,
E essa maldita corja
Faz o povo de otário,
Se servindo do plenário
Como um antro de ladrão!
E agora esse legado
Está na terra tucujú.
E o povo está enrolado
Na dança do caxambu!
Política transparente?
Quem leva é só parente...

O resto leva é no...!!!

* * *
BRASIL

NÃO HÁ RELATO QUE DIZ
QUE EXISTE NA HUMANIDADE
ALGUÉM QUE SEJA FELIZ
COM TANTA ADVERSIDADE,
JOGADA SUJA E BIZARRA,
POLÍTICA DE MAMPARRA
E UMA TOTAL NULIDADE.

TÁ TODO MUNDO TÃO APERTADO
IGUALMENTE UM PINTO NO OVO,
TODO DIA APARECE UM FATO NOVO
DEIXANDO O POVO ATABALHOADO.
QUANDO DESCOBREM UM CULPADO;
CREDO EM CRUZ! DEUS NOS ACUDA!
ELE SIMULA UMA DOENÇA AGUDA,
CAPENGA MUITO E ALÉM DA FARSA
DELATA UM BANDO DE COMPARSA,
PRONTO!... JÁ SE LIVROU DA PAPUDA!

JÁ FLAGRARAM UM “PAU MANDADO”
COM MUITO DINHEIRO NA CUECA
DISSERAM TAMBÉM QUE "A BONECA"
ERA ASSESSOR DE UM DEPUTADO
NO MOMENTO QUE ELE FOI FILMADO
NAQUELA MEDONHA CONJUNTURA
QUEM VIU ATÉ HOJE AINDA JURA:
QUANDO OLHOU AQUELA MUTRETA
PENSOU ATÉ QUE FOSSE O CAPETA
EM FORMA DE UMA TANAJURA

MAS, UM DIA NO BRASIL
HÁ DE TER QUEM NÃO RECUA
PRA DAR FIM NESSE COVIL
ONDE A BANDALHEIRA ATUA,
E QUE PROTEJA A GERAÇÃO
QUE É O FUTURO DA NAÇÃO;

PORQUE A VIDA CONTINUA.
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Contatos com o autor: 



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